Visual Storytelling: Como usar conteúdos visuais para contar a história de uma marca

Contar a história de uma marca através de conteúdos visuais não é tão fácil como parece. Na verdade, criar aquele fator UAU, de surpresa e espanto por aquele conteúdo ser exatamente o que estava à procura é um constante desafio. Mas existem alguns truques para ajudar a realizar esta missão.

 

1. Conteúdo

Visual Storytelling

Criar bom conteúdo é um pouco semelhante a reconhecer a voz de quem nos chama, mesmo antes de ver o rosto e confirmar quem é.  É necessário manter alguma coerência e consistência ao longo do tempo, para que o público-alvo consiga identificar de imediato a publicação da sua marca enquanto faz scroll no feed das redes sociais. Neste contexto, um conteúdo visual atrativo desempenha um papel fundamental!

Mas o primeiro passo é definir qual é o objetivo a cumprir. É aumentar as vendas? Criar mais interação? Depois, é essencial conhecer o público-alvo e desvendar a melhor forma de chegar até ele. Só a partir desse momento é que vale a pena pensar nos vários pormenores relativos à criação de conteúdos visuais.

2. Cor

Visual Storytelling

Cada cor está associada a diversas emoções, memórias e estados de espírito. Tal como nós temos geralmente uma cor favorita, as marcas também se associam a uma determinada paleta de cores. Por exemplo, marcas ligadas à sustentabilidade tendem a optar por usar a cor verde, quer seja no logótipo, ou como fundo ou até em pequenos apontamentos dispersos pela imagem. 

Normalmente, 3 cores são suficientes para contar a história da marca de forma harmoniosa e de conseguir comunicar com o público-alvo de forma constante. Quando a cor é bem utilizada, pode ficar alojada na memória do consumidor, que vai associar esses tons à sua marca de forma automática. 

Fazer contrastes de cor também é um bom truque para chamar a atenção ou para mostrar o antes e depois ou diferentes fases da história da empresa ou do produto.

3. Texto

Se uma imagem vale mais que mil palavras, então uma imagem com palavras vale o dobro! 

A integração de texto na imagem é uma técnica comum mas exige uma atenção extra à harmonia entre todos os elementos. Por um lado, colocar demasiado texto pode causar muito ruído visual e afastar o leitor. Mas por outro lado, escrever pouco texto pode parecer ser um desperdício de espaço livre quando há tanto para dizer e contar sobre a sua marca.

Apesar de não existir nenhuma regra sobre quantos caracteres de texto devem ser inseridos numa imagem, existem várias dicas sobre como decidir que informação incluir e onde, conforme a importância que queremos dar a cada um dos dados. Por vezes, certas palavras podem até ser substituídas por imagens ou fotografias e vice-versa.

 

4. Fonte

Um dos truques mais usados é aumentar a letra das palavras mais importantes. Mas nem sempre resulta. Nesse caso, utilizar diferentes fontes ou tipos de letra pode ser uma excelente estratégia para distinguir os vários elementos. 

O tamanho da letra também é importante, pois não pode ser pequena demais, nem demasiado grande que esconda o resto do conteúdo. 

Também é importante não esquecer a questão da legibilidade do texto! O texto deve ser claro, conciso, passar a mensagem pretendida e estar alinhado com as cores e com os outros elementos visuais presentes na imagem e, para tal, é preciso saber conjugar a cor do fundo com a cor das letras. Caso contrário, será difícil perceber o texto. Por vezes basta uma pequena linha de contorno para o tornar visível. 

Existem tipos de letra mais indicados para textos em papel enquanto outros são mais percetíveis quando o texto é lido num formato digital. Mas o importante é conseguir ler a mensagem, em todos os dispositivos.

 

5. Conteúdo visual

Falar de conteúdo visual implica também falar da imagem, fotografia e restantes conteúdos visuais, no sentido literal do conceito. 

Contar a história da marca exige imagens, fotografias do produto a ser usado, ilustrações dos membros da equipa… Criar vídeos também é uma das principais tendências atuais. Também já existem formas de dar uma noção de movimento às imagens através de filtros e da opção de carrossel tanto no Facebook como no Instagram. 

Mas para cada rede social, existem determinados formatos que o conteúdo visual tem de cumprir. O segredo é criar templates e depois integrar o conteúdo!


O mundo do design é isso mesmo, um mundo. Não é só escolher qual o conteúdo visual a incluir, mas sim decidir a hierarquia da informação: qual fica em 1º plano, qual a palavra que deve ser destacada? Qual a fonte mais indicada?

Se todas estas decisões parecem difíceis, fale connosco.

Espreite a nossa apresentação e contacte-nos.

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